Felícia lutou instintivamente quando os braços de Mael a ergueram do chão.
— Fica quieta — ele disse, com a voz tensa e baixa. — Se não quer piorar a perna, para de se mexer.
Ela olhou para baixo. A gaze estava encharcada de vermelho. Ficou quieta.
O braço de Mael sob seus joelhos era firme como barra de ferro, e ela foi obrigada a pressionar contra o peito dele para não desequilibrar. Podia sentir o coração dele batendo — estável, forte, um ritmo que ela conhecia de memória e havia tentado esq