O galpão estava mergulhado em sombras, iluminado apenas por uma luz crua e fria que pendia do teto, oscilando levemente com a brisa que entrava pelas frestas das paredes enferrujadas. O cheiro de ferrugem e óleo queimado impregnava o ar, misturando-se com algo mais metálico.
Sangue.
Matteo estava parado no centro do espaço com uma serra elétrica apoiada na mesa ao lado, sua lâmina reluzia sob a luz.
Diante dele, Aslan, o traidor turco, estava amarrado a uma cadeira robusta, seu rosto já estav