CAPÍTULO 111. DE VOLTA.
Renata desceu do seu carro. Colocou as chaves do veículo na bolsa Prada. O terninho verde oliva e o cabelo solto davam-lhe um charme especial. Ela ajeitou os óculos escuros e cruzou a rua, entrando na casa da fundação Hermann. Humberto a recebeu com um abraço.
- Bom dia, minha deusa do Egito. Bem vinda de volta ao lugar de onde nunca devia ter saído.
- Bom dia, Humberto. Você torna o meu dia mais colorido.
- Que bom ouvir isso. Eu sirvo pra alguma coisa. Entre.
- Ah, como é bom voltar.
- Como é