(NARRATIVA DE ARIELLE)
Eu estava encolhida no sofá da sala de estar mal iluminada no andar de baixo, com o coração disparado no peito e as mãos tremendo tão violentamente que mal conseguia mantê-las paradas. Trinta horas.
Trinta horas desde a última vez que vi meu filho, e eu não tinha dormido nem um minuto. Nenhum segundo sequer de descanso veio, não importava o quão pesadas minhas pálpebras estivessem ou o quão desesperadamente eu tentasse me obrigar a desmaiar de exaustão.
Ashley estava senta