Ela sorriu calorosamente. Era tão bom se sentir lembrada por alguém. Com uma voz suave, respondeu:
— Está bem, eu não vou ficar triste. Vou fazer o que você diz.
Depois de desligar o telefone, Sophia caminhava tranquilamente pelo jardim do condomínio Mansão.
Dois seguranças a seguiam, como de costume.
Ela se sentia um pouco irritada:
— Vocês podem parar de me seguir? Dentro do condomínio ninguém vai me sequestrar.
Os dois seguranças trocaram um olhar.
— Desculpe, Srta. Sophia, é um