Mundo de ficçãoIniciar sessãoNo nosso mundo existem segredos obscuros que escondem a verdadeira história da nossa existência...
Ler maisNa rua escura e deserta, a chuva caía forte e incansavelmente, não havia ninguém perambulando pelo local, com exceção de um ser que observa ao seu redor com astúcia e um olhar afiado, sobre um prédio próximo.
Em um beco a poucos metros dali o observador percebe uma sombra se mexendo furtivamente pela escuridão, o qual se moveu mais rápido, e o observante o reconheceu como o alvo que esperava.
Levantou-se e foi silenciosamente em direção ao alvo, não se escutava barulho algum, a não ser o da chuva. Os cabelos negros e compridos do rapaz estavam ensopados, quase formando um obstáculo para sua visão, mas isso não importava para ele, pulou em frente o fugitivo assustando-o. Era um homem magro, baixo, de pele morena, olhos fundos, cabelos curtos e esbranquiçados, suas roupas estavam sujas, rasgadas e seu cheiro de esgoto indicava por onde o velho havia vindo.
O fugitivo olhou para seu interceptor completamente intimidado pelo seu porte alto, os olhos azuis glaciares, os cabelos negros e levemente compridos escondendo parte do rosto, mas ele não deixava transparecer o medo que sentia, começou a pensar em como fugiria daquela situação incomoda, mas precisava de um pouco de tempo.
— Ora, ora, que encontro inesperado meu amigo, um rapaz tão jovem não deveria andar sozinho a essa hora da noite! — indagou o homem rindo.
O rapaz encarou-o, porém, nenhuma palavra saiu de sua boca. Tirou um objeto pontudo, afiado e brilhante do bolso, e antes que o velho pudesse reagir, atacou-o acertando seu coração arrancando também um grito desesperado da vítima que, sem a menor chance, tombou ao chão enquanto sua vida se esvaia rápida e dolorosamente.
— Posso dizer o mesmo de você meu... amigo. — disse o rapaz sem um pingo de emoção na voz.
Levantou o corpo m
Floresta Amazônica – Brasil - Acampamento de Verão Novo Mundo. O dia estava quente, mas suportável... Um grupo de amigos descansava sob a sombra das árvores. — Que calor! Eu não aguento mais... — Dalila resmungou pela vigésima vez. — Já ouvimos isso tantas vezes que, parece aquela palavra francesa que eu não sei pronunciar! — Vitória comenta — Ou será Italiana? — Não importa, só que está um tédio mortal. — uma garota baixinha e loira responde. — Vocês têm certeza de que, isso aqui é um acampamento? — um garoto ruivo pergunta, enxugando o suor do rosto. — Acho que não! Só hoje de manhã, aquela inspetora me fez trocar o lençol de todas as camas da nossa cabana e das outras. — outra garota, idêntica a Vitória responde. — Alguém teve uma visão, um sonho estranho, um arrepio muito louco ou qualquer notícia do "anjo"? — Vitória sussurra. Os outros seguem o exemplo, e eles começam a cochichar sobre esse assunto, como se fosse um segredo importante. E de fato era... — Nadica de nada
SofiaMalak estava completamente destruída. Corpos por cima de corpos, armas quebradas, buracos enormes, pedaços de roupas... E no meio de tudo isso, nós, os celestes! Nossa líder havia perecido, mas não tínhamos outras ordens, a não ser esperar, e foi o que fizemos. — Papai tem razão! — Vitória comenta. — Em quê? — Semile pergunta. — Nosso grupinho é um imã para problemas, só atraímos coisa ruim. — ela responde fazendo todos rir. — Também não é para tanto! — digo e Bryan concorda comigo, para variar. Os outros dois esquadrões que, não eram constituídos por muitos caçadores, estavam recolhendo os corpos e cuidando dos feridos. — E agora? — Lucas pergunta. — Voltamos ao começo... — Calebe responde. Ele olha para todos os lados, procurando algo e em seguida encara o céu. — Estão vendo isso? — Calebe pergunta. — Vendo o quê? — Dalila questiona. — Isso! — ele fala abrindo as mãos. No começo, não entendemos nada, até que pequenas bolinhas de luz, começam a cair nas mãos dele.
VitóriaQue maluquice foi essa? Nunca poderia imaginar que, minha amiga, está sobre influência demoníaca. Essa é a pior forma de acabar... Todos os caçadores preferiam morrer, ao se tornarem um dos seres que, passam a vida, combatendo. — Isso não vai nos abalar! Já temos tudo o que precisamos, para a sua derrota. — Danúbia diz esnobe. — Tem certeza? — Emily questiona mostrando um colar dourado com uma pedra pequena e colorida, no formato de uma estrela com o centro mais avantajado — Eu consegui a uma das chaves de Malak, a original, pena que precisamos de Benjamim... — Como conseguiu? — Pablo perguntou incrédulo. — Há vários dias, tenho tido sonhos estranhos, mas só na noite em que meu querido avô, exerceu sua influência sobre mim, os sonhos fizeram sentido. — ela responde. — Impossível! É falsa, você está mentindo, mas não vai conseguir nos amedrontar. — Yumi grita. — CHEGA! — papai grita — Não vamos brigar... A chave sendo ou não verdadeira, isso não importa, viemos aqui por
"A escuridão pode ser o melhor refúgio..." EmilySabe aqueles momentos em que você não sabe o que fazer? Que tudo parece não fazer sentido? Eu estava confusa, inquieta, cheia de dúvidas e o pior de tudo... Sentia uma fraqueza incomparável! Não me sentia nada bem... Nem tinha vontade de me mexer... Passei os últimos dois dias deitada, sem me alimentar ou fazer qualquer outra coisa... Não estava com ânimo, nem para viver! Ouço uma batida na porta, possivelmente minha mãe ou Semile. — Ei! — Vitória chama. Eu queria me virar, falar com ela, desabafar, porém não conseguia. — Calebe, piorou! — ela diz. Não me mexo... É como se algo estivesse me controlando. — Ele está muito fraco, mal consegue falar... E quer te ver! — ela diz antes de sair. Fico horas deitada na cama, decidindo se vou ou não! Apenas o som da chuva, me fazia companhia. Me levanto e vou até o quarto de Calebe. Ando no modo automático... Como se nada fosse real, nada fizesse sentido. Entro sem bater, sei que é fa
Último capítulo