Uma mão sustentou minhas costas, enquanto a outra se firmava em torno da minha cintura.No instante seguinte, fui tirada do chão e carregada nos braços.A última coisa que ouvi foi Cristiano gritando, furioso:— Quem é você?! Solta ela!Depois disso, apaguei.Quando recobrei a consciência, já estava em um quarto de hospital.Antes de perder os sentidos por completo, ainda tinha conseguido entrar em contato com um antigo colega da universidade, com quem eu fazia pesquisas antes de adoecer.Por sorte, ele chegou a tempo.Depois da internação, também providenciou uma cuidadora para ficar comigo.Cristiano descobriu onde eu estava e continuou tentando me ver.Dessa vez, porém, eu não queria nem olhar para ele.Assim que se aproximou da cama, peguei o copo d'água que estava ao meu alcance e o atirei com toda a força.O vidro se espatifou aos pés dele.Cristiano parou imediatamente.Atrás dele estavam Carolina e Henrique.Eu continuava sentada na cama, pálida, com o acesso venoso preso ao do
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