Uma mão sustentou minhas costas, enquanto a outra se firmava em torno da minha cintura.
No instante seguinte, fui tirada do chão e carregada nos braços.
A última coisa que ouvi foi Cristiano gritando, furioso:
— Quem é você?! Solta ela!
Depois disso, apaguei.
Quando recobrei a consciência, já estava em um quarto de hospital.
Antes de perder os sentidos por completo, ainda tinha conseguido entrar em contato com um antigo colega da universidade, com quem eu fazia pesquisas antes de adoecer.
Por so