LielVoltar para a rotina deveria ser confortável. Não é. A mansão é a mesma, os corredores são os mesmos, o escritório do Don é o mesmo, o cheiro de café pela manhã é o mesmo. A única coisa que não é igual… sou eu.E a cama.Na ilha, a cama era enorme. Um monstro de colchão em que eu conseguia manter uma barreira invisível, um espaço respeitável entre o meu corpo e o do homem que, oficialmente, é meu marido. Bastava virar para um lado, manter uma distância segura e fingir que ele não estava ali.Aqui, não. A cama de casal do quarto da mansão é menor. Demais.Um movimento errado, um braço jogado, e já sinto o calor do corpo do Vinnie invadir o meu espaço. Às vezes, acordo no meio da noite com ele colado em mim, a mão na minha cintura, a respiração quente na nuca. Outras, é o contrário, eu que escorreguei pra perto sem perceber.Estamos de volta há uma semana.Algumas marcas já sumiram. Outras ainda contam histórias que ninguém além de nós dois, e, talvez, nem ele, conhece. As que fica
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