Liel
Voltar para a rotina deveria ser confortável. Não é. A mansão é a mesma, os corredores são os mesmos, o escritório do Don é o mesmo, o cheiro de café pela manhã é o mesmo. A única coisa que não é igual… sou eu.
E a cama.
Na ilha, a cama era enorme. Um monstro de colchão em que eu conseguia manter uma barreira invisível, um espaço respeitável entre o meu corpo e o do homem que, oficialmente, é meu marido. Bastava virar para um lado, manter uma distância segura e fingir que ele não estava al