LielEu achava que já sabia o que era fazer sexo. Mas não sabia o que era fazer amor com o Vinnie consciente. Descobri. E isso complica tudo. Ele é intenso. Carinhoso. Insaciável.Cada movimento dele é uma mistura de fome e devoção. Ele não está só atrás do próprio prazer, está obcecado em arrancar o meu. Em cada toque, em cada beijo, em cada vez que desce a boca até me fazer ver estrelas, eu sinto isso, a necessidade dele de me satisfazer, como se eu fosse o único altar em que ele sabe rezar.Minha consciência pesa. Pesa quando lembro da tatuagem.— “Propriedade de Liel Bellatorre.”No peito dele. Em cima do coração. Nunca tinha visto.Ele tinha razão, eu nunca olhei de verdade. Sempre enxerguei porções, recortes. Um ombro ferido, um abdômen suturado, um braço enfaixado. O resto eu ignorava, por sobrevivência, por orgulho, por negação.Na lua de mel, eu tive oportunidade. Mais de uma. Ele tirou a camisa, entrou na água, andou pela casa sem se preocupar em se cobrir. Eu poderia ter vi
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