O vinho estava esquecido na mesa, as taças tombadas e o líquido tinto espalhado como uma mancha de pecado. Eu não lembrava de ter me movido. Num segundo estávamos sentados, no outro eu já estava jogada no colo dele, as coxas abertas e tremendo ao redor das pernas musculosas de Victor, a saia fina completamente embolada na cintura, a calcinha fina roçando no volume duro que pulsava insistentemente contra mim.Minhas mãos agarravam os ombros dele, unhas cravando no tecido da camisa como se eu pudesse rasgá-la. O beijo era puro fogo. Línguas se chocando, molhadas, famintas, sem qualquer delicadeza. Ele chupava minha língua com vontade, gemendo baixo contra minha boca enquanto eu rebolava devagar, esfregando minha buceta encharcada contra o pau dele ainda preso na calça.— Isadora... caralho... — ele rosnou, a voz grave e rouca, as mãos grandes descendo pelas minhas costas até agarrarem minha bunda com força bruta. Os dedos cravaram na carne, abrindo minhas nádegas, puxando meu corpo par
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