Jasper começou a me penetrar com os dedos, movendo-se dentro de mim com uma habilidade que me fazia perder o juízo. Ao se afastar do beijo, ele me olhava com uma expressão satisfeita, vitoriosa e faminta. — Tão molhada... tão pronta para mim, tão minha... — Ele disse baixo e rouco, roçando os lábios nos meus. Senti minhas bochechas arderem de vergonha e prazer, me contorcendo sob o seu toque. Os dedos dos meus pés se curvaram com a sensação intensa, e eu inclinei o quadril instintivamente, querendo mais, pedindo mais sem dizer uma palavra. Jasper aprofundou o movimento, me penetrando mais fundo, até que meu fôlego falhou e todo o meu corpo tremeu numa onda de calor. Ele se inclinou então e beijou meus seios, um por um, levando cada um à sua boca, chupando, mordiscando com carinho e fome. Era uma explosão de sensações: calor, frio, arrepios, eletricidade, tudo ao mesmo tempo. — Jasper... — Ofeguei, gemendo alto, sem me importar mais com nada. Mas ele não parou. Ao contrário
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