Cael Sterling. Meu filho retornou saltitando pelo meio da lanchonete, claramente satisfeito com suas próprias ações, e eu, como pai, não poderia estar mais orgulhoso. Já estava se tornando exaustivo sustentar todo aquele teatro de homem apaixonado, cada gesto calculado, cada olhar ensaiado. Ele estava tomando o tempo dela, monopolizando sua atenção e impedindo que ela olhasse para o que realmente importava: meu filho. E, no fim das contas, eu não cometi crime algum. Apenas disse a Theo que ele podia proteger a Nana dele, que aquele homem malvado claramente a estava deixando triste. E o meu pequeno herói, como sempre, cumpriu seu papel com uma dedicação quase comovente. É claro que, logo depois, eu tive que enfrentar o furacão de cabelos negros e olhos verdes que emergiu do fundo da lanchonete como se estivesse pronta para me jogar aos cães. Theo ganhou um sorvete de chocolate que o deixou elétrico pelo resto da tarde. Eu ganhei uma bela bronca... e alguns xingamentos bem direcion
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