— Dante? — ela perguntou, a voz falhando.— Abre essa porta, Isadora. Agora. — Não era um pedido; era uma ordem carregada de urgência. Assim que ela girou a chave, ele a empurrou para dentro, fechando a porta com o pé e prensando-a contra a madeira. Dante não disse nada. Ele apenas a encarou por um segundo, os olhos dilatados e escuros, antes de tomar os lábios dela com uma fome que beirava o desespero. Ele a ergueu, e Isadora, vencida pelo desejo que tentou sufocar a noite toda, entrelaçou as pernas na cintura dele. Dante a carregou em direção ao quarto, tropeçando nos móveis na penumbra, focado apenas em reivindicar cada centímetro dela para que, amanhã, não houvesse espaço para as lembranças do Theo ou do noivado.— Você disse que o circo ia pegar fogo... — ele sussurrou contra o pescoço dela, enquanto a jogava na cama. — Pois agora nós vamos queimar juntos. Dante a deitou com uma urgência que fazia o ar parecer rarefeito, mas, quando suas mãos começaram a desabotoar o ves
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