Os dias no Caribe transformaram-se em uma sucessão de momentos que pareciam suspensos no tempo. A água era tão cristalina que, ao mergulharem juntos, Vincenzo e Luna pareciam flutuar em um vácuo azul. Debaixo d'água, o mundo era silencioso; ali, eles se comunicavam pelo toque e pelo olhar. Vincenzo, livre do peso do terno e das responsabilidades do clã, sorria abertamente enquanto observava Luna nadar como uma sereia ao seu redor. Os beijos subaquáticos eram lentos e calmos, selando uma conexão que ia muito além das palavras. Vincenzo fizera o impossível: desligara o celular principal, deixando apenas o canal de emergência aberto com Vittorio. Ele estava, pela primeira vez na vida, inteiramente presente. O jantar foi servido na areia, à luz de tochas que crepitavam suavemente. Mas, conforme a noite avançava, a comida tornou-se secundária. Luna olhava para Vincenzo, vendo o homem que enfrentara demônios por ela, e sentiu que não havia mais por que esperar. Ela estava segura. E
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