Na manhã seguinte, Luna foi acordada por Mila, já que Vincenzo saiu antes do sol nascer. Ela resmungou um pouco, mas não tinha escolha, então se levantou, tomou um banho rápido e foi comer uma maçã. Só depois do treino é que elas tomariam o café da manhã. Uma névoa baixa, escondendo os vales sob um manto cinzento, mas dentro da academia da mansão Medici, o clima já estava fervendo. Luna e Mila chegaram pontualmente, vestindo roupas esportivas ajustadas que permitiam a liberdade de movimento necessária. O silêncio entre as irmãs era carregado; a ansiedade dançava com a apreensão em seus olhares. Elas sabiam que, a partir daquele instante, a vida de "protegidas" começava a dar lugar a algo muito mais exigente. Júlia as aguardava no centro da sala, com um cronômetro no pescoço e uma expressão que não aceitava desculpas. — Esqueçam o café da manhã e as conversas de ontem — sentenciou Júlia, a voz cortante. — Hoje o corpo de vocês começa a entender que não é apenas um templo, é uma
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