Meu seio estava sobre o peito dele e Noah circulava a pele exposta com cuidado, quase como se estivesse apreciando o que via.Senti o calor do volume dele contra a minha perna. Continuei com os olhos fechados, queria saber até onde o meu sono o levaria, se Noah cederia ao desejo. Meu corpo implorou por isso.Acho que algo denunciou que eu havia acordado, porque ele empurrou meu ombro, me fazendo ficar de barriga para cima.Continuei fingindo.Então ele puxou uma das minhas pernas e desceu a mão para a abertura quente que pedia por ele de todas as formas.O toque foi suave, mas, assim que os dedos alcançaram minha intimidade, a sensação se espalhou pelo meu corpo como fogos de artifício.A respiração dele era calma, enquanto a minha falhava.Eu já tinha me tocado enquanto estava no colégio católico, escondida embaixo dos cobertores grossos e controlando qualquer ruído para que minhas colegas de quarto não ouvissem.Mas nada, absolutamente nada, podia se comparar com os dedos fortes daq
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