122. CONTINUAÇÃO
Imediatamente comecei a explicar-lhe o que Diletta me havia dito, e que eu precisava entrar naquela empresa e família. Havia pedido à minha irmã que se fizesse passar por Celia, mas Diletta, embora tivesse estudado administração de empresas, a única coisa que havia feito era levar minhas contas no restaurante e a organização, nada mais.—Vi que você vai penhorá-los —disse para que soubesse que eu estava a par—, não faça isso, preciso deixar Diletta infiltrada, mas ao mesmo tempo preciso de Celia para ajudá-la. Deixe tudo e vamos a Roma, não confio nos Balarte.—A Roma hoje? —disse algo duvidoso.—Vou direto me encontrar com os Garibaldi, eles são meus aliados embora nunca os tenha utilizado. Treviño, preciso saber a verdade, e essa é a única forma. Minhas duas irmãs têm que me ajudar, elas são as únicas que podem desvendar o que aconteceu com minha família e com Dinora, mas sobretudo, por que se parecem com a "Hierarca" e o motivo pelo qual ela deixou essa carga sobre os ombros da sua
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