O dia amanheceu e eu continuava olhando para o teto. Não consegui dormir.Mais uma vez o pesadelo me assombrou. E, misturado a ele, o choro daquele menino ecoava na minha cabeça.Levantei cedo. Antes mesmo do café, precisei preparar a mamadeira.Onde eu tinha me metido?O que exatamente eu estava fazendo?Eu sempre me virei sozinha, agora era obrigada a cuidar de uma criança.Ele acordou pouco depois. Tomamos café — se é que se pode chamar de café a correria entre colheradas e pequenos respingos de leite.Depois disso, comecei a brincar com ele.Liguei no trabalho e pedi alguns dias. Meu chefe não fez nenhuma objeção e eu agradeci por isso.O bebê ainda estranhava o ambiente e consequentemente me estranhava também. Eu nem sabia o nome dele.Resolvi lhe dar um banho, enquanto fazia isso, resolvi chamá-lo de Théo.— Théo...Ele sorriu.Meu coração vacilou.Achei que seria um bom nome. Nos arquivos não constava nada sobre aquele homem, muito menos sobre o menino. Era como se eles não exi
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