Minha mão melhorou em uma semana, mas a frustração continuava. Comecei a reparar na frequência com que ele me observava e me surpreendi. Um novo alerta acendeu em minha cabeça. Enquanto eu o observava, ele fazia o mesmo comigo. Em uma manhã, enquanto brincava com o Noah no jardim, percebi que ele me olhava sorrateiramente pela janela da mansão.Em uma tarde, enquanto colocava o bebê para dormir, também o vi me observando pelo corredor.Sempre que eu o via, ele disfarçava e saia tentando não ser visto.Numa manhã de sexta-feira, ele veio até o quarto. Noah havia acabado de dormir, ele se aproximou acompanhado de um dos seguranças. Sem muitas explicações, ele exigiu:— Vem comigo.— Mas o Noah pode acordar.— O Bento vai cuidar dele.— Pra onde vamos?— Você vai saber assim que chegar.Sem entender o que estava acontecendo, eu o acompanhei. Fomos até a garagem da mansão. Pensei que ele pegaria o carro, mas não. Ele abriu uma porta que eu se quer havia notado e entramos em uma academia.
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