— Vou reivindicar o que é meu por direito de caça — ele sussurrou, e eu senti a ponta afiada e fria de suas presas roçarem a superfície sensível da minha pele. O contato fez meus músculos se contraírem em um calafrio terrível. — Vou selar o seu sangue ao meu, Savanah. E garanto que, depois desta noite, nem a morte poderá nos separar.— Dravos... por favor... dói?— No início, sim — ele admitiu, a voz caindo para um barítono suave, quase carinhoso, que me assustou mais do que sua fúria. — Mas o prazer que virá depois fará você esquecer até o seu próprio nome. Apenas se entregue a mim, passarinho. Não resista à mordida do seu Alfa.Ele segurou meu rosto com a mão esquerda, forçando-me a manter o olhar fixo em suas fendas douradas e vermelhas. Com a mão direita, ele apertou meu quadril, desferindo uma última estocada profunda que me fez abrir a boca em um grito mudo de êxtase.E então, ele mordeu.A dor foi aguda, uma lâmina de fogo gelado que perfurou a carne macia do meu pescoço. Senti
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