Sakura abriu os olhos devagar, seu corpo dela doía de um jeito delicioso e assustador ao mesmo tempo, músculos das coxas queimando, a boceta latejando com uma dor profunda e inchada, os seios sensíveis roçando contra o lençol de seda preta.Ela tentou se mover e sentiu algo pegajoso entre as pernas. Olhou para baixo, estava nua, e o choque a acertou em cheio.Suas coxas grossas e macias estavam meladas de porra seca. Fios brancos e grossos endurecidos grudavam na pele, escorrendo ainda um pouco do meio das pernas abertas. A boceta dela estava vermelha, inchada, os lábios externos abertos e brilhando com a mistura de fluidos que havia secado durante a noite. Marcas roxas de chupões decoravam os seios cheios, um especialmente grande ao redor do mamilo esquerdo, e havia impressões de dedos nos quadris e na bunda empinada. O cheiro de sexo selvagem ainda pairava no ar: suor, porra, excitação feminina e algo selvagem, quase animal.— Que porra eu fiz… — sussurrou ela, a voz rouca de tanto
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