Sakura Yamamoto acordou com o estômago revirando, uma náusea forte subindo pela garganta como bile quente. O relógio no celular marcava 06:47. O quarto pequeno do apartamento estava escuro, cortinas fechadas, mas a luz fraca que entrava pela fresta já bastava para fazer sua cabeça latejar. Ela se sentou na cama devagar, mão pressionando a barriga levemente inchada, e o enjoo piorou.— Merda... de novo não — murmurou, voz rouca de sono e dos gemidos da noite anterior, quando tinha se masturbado pensando em Hiroshi.Correu para o banheiro, ajoelhando-se no chão frio de azulejo. O vômito veio forte, ácido, deixando-a tremendo. Quando terminou, sentou no vaso, ofegante, suor frio na testa. Olhou para baixo. A barriga, antes plana, agora tinha um inchaço sutil, perceptível só porque ela conhecia cada centímetro do próprio corpo. Os seios também pareciam mais pesados, mamilos mais escuros e sensíveis. Roçou um dedo neles e sentiu um choque direto na boceta.Memórias da sala de reuniões inun
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