Lua chegou cedo, como sempre, mas carregava no corpo as marcas invisíveis da noite anterior. A boceta ainda estava sensível, ligeiramente inchada, e ela sentia um leve latejar toda vez que se sentava. A porra de Salvio tinha secado nas coxas durante o banho, mas o cheiro dele parecia impregnado na pele. Ela vestira uma saia preta um pouco mais curta que o habitual e uma blusa de seda vermelha que marcava os seios, obedecendo ao desejo silencioso de provocá-lo.Salvio estava mais sombrio que o normal. Reuniões seguidas, voz cortante com os diretores, olhares que queimavam quando passavam por ela. Mas não trocaram uma palavra íntima durante a manhã. Apenas olhares. E aquele silêncio carregado que prometia tempestade.Por volta das 11h, aconteceu.Lucas, o novo analista de marketing, um rapaz de 28 anos, alto, sorriso fácil e charme descomplicado, parou na mesa de Lua no andar aberto. Ele havia sido contratado há duas semanas e, desde então, flertava abertamente sempre que Salvio não est
Leer más