O primeiro impacto contra a porta ecoou pelo quarto, fazendo o metal da tranca vibrar. Caio gritou, com o corpo inteiro encolhendo de medo, com as mãos pequenas apertando ainda mais a camisa da mãe como se pudesse se esconder dentro dela. Outro golpe veio, mais forte, mais deliberado, e a estrutura inteira da porta estremeceu, revelando que alguém, ou algo, estava tentando arrombar com determinação implacável.Ayla soltou um grito, com o corpo arqueando sobre a cama em uma contração, segurou os lençóis com força, como se pudesse rasgá-los para aliviar a dor.— Luna…! — ela chorou, com a voz quebrada pela dor e pelo pavor, os olhos arregalados buscando a amiga como única âncora naquele caos.O som da tempestade misturava-se aos impactos na porta, criando um caos ensurdecedor que parecia vir de todos os lados ao mesmo tempo, trovões, chuva, e golpes ritmados que anunciavam a invasão iminente.Luna sentiu o medo subir pela garganta, mas a arma ainda estava firme em sua mão, pesada e fria
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