Gael Dvorak— O senhor não manda mais em mim, Dvorak. — Ela puxou o braço tão bruscamente que tive que segurá-la pelo outro para que não caísse de bunda no chão. Com a forma como ela quase gritou o meu nome, lá se foi minha decisão de esconder a identidade. Estranhamente isso era o de menos no momento.— Por favor, não é uma ordem. Podemos continuar conversando aqui se quiser. Só acho que a nossa intimidade não diz respeito a essas pessoas. — Antes mesmo que eu terminasse de falar, a vi ficar vermelha de vergonha e olhar ao redor. Finalmente percebendo o show que estávamos oferecendo às pessoas da pensão.— Me espera lá fora — disse e praticamente saiu correndo.Voltei para o carro e fechei os vidros escuros, para evitar a curiosidade do pessoal do lugar. Alguns minutos depois, Dominique saiu da pensão usando um jeans e uma blusa de mangas longas azul. Abri a porta, sem sair do carro, e ela entrou e colocou o cinto. Vi que seus cabelos, que antes estavam soltos, foram presos em um coq
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