John, Clara e o Sr. Han encontravam-se sentados à mesa longa de madeira escura. O ambiente era formal, entediante para uma casa que abrigava uma criança. A iluminação indireta criava sombras suaves, quase solenes. Os funcionários permaneciam alinhados, de pé, discretos, atentos a qualquer gesto mínimo.Josefina parou a alguns passos da mesa.Ali, em pé, mãos cruzadas à frente do corpo, postura contida, observava a cena. O som suave dos talheres, a conversa baixa, as expressões controladas. Quem diria, se sua mãe visse aquilo, talvez infartasse. A ideia quase a fez rir sozinha. Sarah lançou-lhe um olhar significativo — um lembrete silencioso para manter os modos.Horas antes, discutia contratos e cláusulas abusivas. Agora, permanecia ali, imóvel, sentindo-se uma verdadeira servi&ccedi
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