Com um movimento hábil, ele a afastou para o lado, e então… seus dedos me tocaram. Pele com pele. O ar saiu dos meus pulmões num arfão seco. A sensação foi avassaladora, quente, úmida e íntima de um jeito que me fez tremer das pernas até os lábios. Seus dedos, grandes e habilidosos, exploraram meu ponto mais sensível, fazendo círculos lentos e deliberados, que me fizeram me curvar contra ele. — Rodrigo… — gemi, seu nome saindo como um pedido, uma oração. — Eu sei — ele sussurrou, seus lábios voltando aos meus em um beijo profundo e devorador que eu correspondi com igual desespero. Seus dedos começaram a deslizar, explorando minha entrada, brincando com ela, sem pressa, como se estivesse aprendendo cada dobra, cada reação. A sensação maravilhosa, que já era intensa, começou a crescer e se acumular em uma pressão doce e insuportável dentro de mim. Meus dedos se enterraram nos seus ombros e me agarrei a ele como se fosse a única coisa sólida em um mundo que girava cada vez ma
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