Ele estendeu a mão, não para agarrar meu braço com brutalidade, mas com um gesto de posse absoluta, com a palma para cima, esperando que eu a pegasse.
Olhei para suas mãos, para Adriano ao meu lado completamente confuso, para Galvão, que parecia feliz com tudo isso.
Eu estava encurralada e exposta.
Com a prova do crime na mão e o peso de três homens, três mundos diferentes, esmagando-me contra a parede.
O mundo não desacelerou, ele parou.
Foi então que o círculo se fechou por completo e o c