Com Laura observando, curiosa como um passarinho, eu levantei a tampa.
Dentro, sobre camadas de seda fina, repousava um vestido.
Não era apenas um vestido de gala.
Era uma obra de arte com um tom profundo de azul-marinho quase negro, em um caimento fluido que prometia se moldar ao corpo.
O tecido era pesado, sedoso, com um brilho discreto.
Não havia decotes exagerados, nem fendas. Era elegante, poderoso, severamente belo.
Exatamente o que se usaria para passar despercebida entre a elite,