A imagem estalou e apareceu. O coração de Ária falhou uma batida. Era um quarto luxuoso, mas sem janelas. No centro, sentada em uma poltrona de veludo, estava Hanna. Ela parecia impecável, vestida com sedas caras, mas seus olhos... estavam vazios. Hanna não estava apenas ali; ela parecia flutuar em um delírio meticulosamente construído.Na tela, ela se inclinava para a frente, os olhos brilhando com uma adoração doentia enquanto falava com a cadeira vazia, como se Aslan estivesse sentado ali, sussurrando promessas em seu ouvido. Seus gestos eram suaves, quase líricos, e um sorriso radiante, porém fragmentado, iluminava seu rosto cada vez que ela pronunciava o nome dele como se fosse uma prece.Ela agia como uma noiva apaixonada, em um transe onde a realidade e o rosto de Ária haviam sido apagados.— Ela está sendo drogada — Ária sussurrou, a voz falhando
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