O rosto de Ive ficou ainda mais vermelho, a beleza de Ive era mais do que ele conseguia absorver de uma só vez. Era simplesmente perfeita de um jeito que nem parecia ser possível. Os seios balançavam quando ele entrava, a boca pequena chamando por ele, agora o som tinha uma imagem. O corpo dele conectado ao dela, mas os movimentos não tinham mais a urgência de antes, ele queria gravar. Ele a penetrou de novo, e guardou a imagem do rosto dela sorrindo, gemendo, amolecendo... O prazer dela era delicioso de assistir. Ela o puxava para mais perto, mexia o quadril embaixo dele, cravava as unhas em seus braços e até isso ele olhou, os dedos eram longos e finos. Quando Ive finalmente o soltou depois do ápice, Lucca sorriu. A namorada parecia se dissolver depois do êxtase. — Eu te amo, Lucca, eu te amo... Ela sempre fazia aquilo, beijava, lambia, abraçava, mas agora isso tinha cor. — Você é perfeita, Ive. Lucca sussurrou a mesma frase várias e várias vezes, ainda lutando contra o re
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