No mesmo dia Alexander apagou, acordando somente na manhã do dia seguinte com os sacolejos e risos de Crystofe, e sob o olhar atento de Ravi, que segurava o riso. — Ravi, o que tinha nesse almoço de tão forte que não percebi? — disse Alexander ainda tentando se refazer, mas com uma postura impecável. — Não foi o almoço, foi o charuto. — Ravi gargalhou. — não vai fumar toda a caixa que te dei em um só dia, hein. Ravi, Alexander e Crystofe cairam em uma gargalhada divertida, enquanto descian a escada, se desperiram e seguiram viagem para o mundo humano, com a imagem de Ravi sumindo no retroviso. O sol brilhava alto naquela manhã, invadindo suas luzes douradas no apartamento moderno e minimalista de Alexander, o despertador tocava às sete em ponto. Ele se levantou lentamente, ainda com o corpo pesado do sono pelo cansaço da viagem, e caminhou até o banheiro. A água fria da torneira lavou o rosto, mas não foi suficiente para afastar a inquietação que sentia. Pegou sua escova de
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