A Fraternidade

A FraternidadePT

Micael Pinto  concluído
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Em meio tantas negatividades na vida, será que existe uma força maior que torce pela nossa derrota, pelo nosso fracasso, pela nossa morte.

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Parte I
Eram devoções ao vale dos ossos que eles construíram, com cadáver após cadáver, que eram exumados, colocados na câmara de reunião, deixavam apodrecer, até o momento exato de terem duzentos e quarenta e três conjuntos ósseo naquele local específico, era a fraternidade da morte que iniciava, faziam apostas nos jovens que arduamente tentavam sobreviver, ter um emprego, uma namorada, mas desde o ensino primário, os fraternos colhiam informações dos jovens que iniciavam na sociedade, e as apostas internas iniciavam, juntamente com uma estado paranoico induzido, aumentava o valor das apostas com suas empresas, a cada dia de sobrevivência, aumentava o valor da pessoa em questão, até que quem apostou as maiores cifras retiram o valor estipulado, investindo mais em suas empresas, e apostando em outras cabeças, era o ciclo infernal da aposta dos jovens que tentavam
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Parte II
O Sombra, como era chamado o vencedor da aposta, recebera uma enorme quantia em espécie viva, porém quando abriu o pacote era um odor no dinheiro indescritível, similar ao enxofre.O Sr. Cerqueira entrou em sua residência ainda abalado pela morte de seu filho, com um embrulho em mãos, Beatriz sua filha sentira um forte odor no ar, perguntando assustada.- O que isso em mãos?O sombra não sabia do que se tratava, eram apenas fatos ligados em palavras soltas no ar, a filha de forma inspirada divinamente, lança a palavra ao pai carnal.- Você apostou na morte do seu filho?Fora uma interrogação com requintes de afirmação.O pai pensara em mandar a filha para os quintos do inferno, mas sentia uma aura negra estava envolvendo, abriu o grupo de mensagem, e percebeu que as ultimas capturas se tratava do filho, sempre o dinheiro que ele investia na aposta, retor
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Parte III
Oswaldo Cerqueira teve um sonho, estava no caixão de seu filho, era o corpo do seu filho, em decomposição, estava totalmente presa sua alma, não conseguia despertar para forma espiritual, ele imóvel na cama, acorda com um suor em tonalidade vermelhas.Sua esposa, acorda totalmente irritada, com um fedor horrível que não suportava, que fazia sentir seu marido um ser asqueroso e horripilante.- Não dá Mais Oswaldo, irei pedir o divórcio.Ele acorda, urina, estava dividido entre dois mundos, um que se fora a muito tempo a família, agora em prol do dinheiro, depositara a quantia no banco, sorrateira, sem que ninguém percebesse o odor de enxofre nas notas do diabo.- Preciso dar um basta nessa história.Falou o homem despercebidamente acendendo um cigarro de filtro vermelho, hábito que não possuía quando existia traços de uma famí
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Parte IV
Ela contava a história toda, várias e várias vezes, só queria sair daquele local.- Sim.Continuava, obtinha outra resposta.- Sim.Isso não iria levar a lugar nenhum.- Senhorita Bruna Muniz.Aquilo a irritou.- Me chamo Beatriz Cerqueira.Bateu na mesa completamente raivosa.- Esse é meu nome.Bateu na mesa novamente, com mais força e com mais raiva.Os enfermeiros entraram na sala de terapia, aplicaram medicação para dormir, ela desmaiou.Essa altura na fraternidade, o ritual final se consumava, Boris e o famoso Sombra, que nunca fez parte da fraternidade, fora convidado a entrar na sala de Ossos, rasgaram o seu pulso juntamente com o de Luis Boris, colocaram em dois crânios específicos os mais valiosos e demorados para morrerem, trocaram o cálice de sangue, e beberam.Um osso começou a se unir, era Ad
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Parte V
- Matar um gato preto, na encruzilhada com bombas, na lua nova. Esse era o seu pensamento, repetitivo, instante por instante. – Centenas de mulheres, ou seria milhares.Não dormia direito havia um bom tempo, tempo suficiente, para se concentrar na tarefa já sabia onde encontrar um gato preto, o dia então chegou, jogou um saco de cebola em cima do gato o capturando na primeira vez, amarrou o saco jogou em um balde com inúmeras bombas juninas, levou até encruzilhada, o gato ainda miando de raiva, ouvira o riscar do fósforo, explodiu assim como todas as bombas.Ele faz aquele ritual, totalmente fascinado, agora só iria esperar o próximo dia que assistiria ao tape, faltavam dois dias, sua consciência começou a pesar, nesses dois tinhas de sonhos, teve os piores pesadelos, ouvira vozes e mais vozes o atormentando enquanto ele corria pelado em uma casa afundando em uma lagoa de sangue e ossos e ao red
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Renascer, Parte I
Augusto Ávila, homem perspicaz, sagaz, e com um ar de audacioso, a primeira vez que sentiu aquele vulto no sorriso, fora pela herança então herdada de um tio que nunca ouvira mencionar.Assinou os documentos, então recebera umas papeladas referentes a propriedades e a fortuna, em meio aos documentos, possuía um retrato solo, de paletó vermelho, gravata fina de cor preta, de boa aparência, caucasiano, se desvincilhou por um instante, observou a quantia de números inumeráveis, eis que aquela sombra no sorriso, toma conta dele, o dinheiro, era das apostas das vidas das pessoas, Augusto Ávila, ainda não tinha tal conhecimento do que o tio estava em volta de serviços escusos, lia o endereço de onde o tio residia, - Irei até l, descobrir.- Bom, meu serviço termina aqui, ponderou o advogado.Educadamente acompanha o advogado até a porta da casa de sua av&oacu
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Renascer, Parte II
"As apostas não podem parar", a frase que mais escutou no filme que assistia antes de ir para o aeroporto, ambos eram de Salvador Bahia, o táxi chegou a porta furiosamente, bunzinando.- Terei que ser discreto. Concluiu o Sr. Ávila.Não sabia exatamente do que se tratava a fortuna que estava em suas mãos, fazendas, carros, casas, aviões particulares, tudo documentado e detalhado no inventário, que lhe chegara, depois de todos em sua volta, Fred, Margarida e Mona, estarem completamente ferrados, por dívidas, que poriam suas vidas em Riscos, quinze minutos antes, Augusto Ávila, pensava em vender a casa da sua avó, mas iria morar na rua, ou de aluguel por um tempo, e não era a quantia necessário para seus fieis amigos, olhou para o crucifixo e pensou."Deus, se tu existe me ajude"O cobrador da banca de jogos, entrou na casa dele, o espancou por meia hora, pedindo para agiliz
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Reticências
Toda orbe maléfica quando erguida, entra em batalha com forças nefastas, seja ela para o batismo ou a perdição, quisera que o mundo em sua simplicidade, ofertasse pão ao faminto, abrigo aos desabrigados, a humanidade, parecem demônios, devorando um ao outro, indepedente da cultura, são seres canibais, que esperam um festejo que galardoe da esperança fajuta, o Presidente da República, morrera vítimas de inúmeros desacasos, o Bem o cobrou, pouco, levou sua vida para a perdição, como várias vidas que foram para glória, que esperavam nas filas lotadas dos hospitais, em busca de sua medicação, a força militar, com sangue da nação, já não saberíamos dizer, se o Presidente também da fraternidade orquestrou toda essa situação simulando um sobrinho para herdar esse viés de maledicência demoníac
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Renascer, Parte III
Fred, havia recebido a ligação, para arrumar as malas juntamente com Margarida e Mona, iriam para o Rio de Janeiro, curtir a vida de milionário com seu amigo leal Augusto Ávila.Augusto, acordou do sonho, fora ao banheiro, fez a higiene habitual, ao retornar percebera documentos que não havia antes naquela escrivaninha.- Por acaso, alguém entrou aqui? Pensou.Nesse momento, uma sombra sai do quarto, entre a porta aberta.- Estou delirando, só posso. AfirmouComeçou a ler os documentos, parecia uma narrativa habitual, porém não compreendia as entrelinhas do escrito era um manual de evocação entre mensagens subliminares, ele não entendeu a principio, os tambores ressoando longe em sua consciência, era a herança do sangue da família que subiu a Presidência da fraternidade e da República, voltando à tona, só poderia
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Reticências, parte II
Quinze dias haviam se passados e um reggae frenético acontecia na cidade de Rio de Janeiro, capital, Augusto Ávila, bancando sua trupe delirante, dias atrás teve um um sonho que as apostas deveriam continuar. Uma voz entoou em sua mente quem deve morrer? Ele respondeu, mentalmente. - O Porteiro, aquele crocodilho. Os tampores ressoavam em sua cabeça, mesmo querendo abrir mão da foturna que herdara, sentiu no ar, seus fiéis amigos crescendo um ar de desdenho entre eles. Porém foi cauteloso, abandonou a ideia e confessou a Margarida que ouvia a tudo com atenção e de forma delicada, sua manina persecutória, que ainda poderia acontecer coisas piores, sentia uma sombra o perseguindo, contudo não continuou com o pensar, estava na Lapa, em um pagode, em que poderia viver ou morrer, seria simples por de mais viver em conflito. Mas ele não queria isso, almejava descobrir, o motivo de tanta grana que seu tio haia acumulado, de alguma forma já sabia que
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