Quando Ian voltou a abrir os olhos, a luz do sol entrava em abundância pelas imensas janelas da cobertura. Piscou algumas vezes, desorientado. O teto sobre ele não era o do seu quarto, e o aroma naquela sala não lhe pertencia.
Tentou se levantar e um suave cobertor de lã escura deslizou do seu peito. Seu olhar vagou pela sala até parar na mesa de vidro, onde descansava uma xícara de chá intacta. O relógio em seu pulso marcava uma e meia da tarde.
O coração de Ian deu um pulo. Sentou-se de golpe