Eu estava na favela, no QG, dando ordens e garantindo que o buraco da morte do pai dela fosse fechado. O Paulinho já estava a caminho de resolver tudo.
— Alô? — minha voz era dura, sem paciência.
A voz do outro lado era de um dos meus vapores de confiança na parte leste da favela. A voz dele era rouca, assustada, quase irreconhecível.
— Chefe... aconteceu uma merda aqui.
Meu estômago gelou. Não era sobre o velho da Emily. Era algo pior.
— O que foi, caralho? Fala!
— O... o seu pai.