— O quê?
A palavra saiu da boca de Aurora em um sussurro quase inaudível.
Ela piscou várias vezes, como se seu cérebro se recusasse a processar o que acabara de ouvir.
O pequeno chaveiro de prata escapou de seus dedos e caiu sobre o tapete espesso da suíte.
O som foi suave.
Mas, para Aurora, pareceu ensurdecedor.
Miguel fechou os olhos por um instante.
Como se soubesse que aquelas palavras tinham o poder de destruir tudo.
Adrian apertou a mão de Aurora.
Firme.
Quente.
Presente.
Aurora virou-se