Canary estava deitada na cama, encarando o brilho do sol que entrava pela sacada.
Já faziam dois dias.
Seu coração ainda estava apertado, e dolorido.
Ela não queria sair daquele quarto, não queria descer ou comer. Ela só queria ficar ali.
Quando de repente Heloíse entrou em seu quarto.
A fêmea usava um conjunto preto, e seu cabelo estava preso em uma trança.
Ela se aproximou de Canary, sentando-se na beira de sua cama.
Sem nada dizer, a fêmea se aproximou dela e lhe deu um forte abraço.