Falcão cerrou os punhos enquanto olhava para o seu telemóvel em cima da mesa de café em frente ao sofá da sala. O relógio marcava quase duas da manhã e ele ainda não tinha recebido a chamada ou a mensagem de que estava à espera.
Só tinha tirado o casaco e a gravata, mas ainda se sentia sufocado. As suas esperanças de que ela comunicasse com ele estavam a desvanecer-se. Culpava-se a si próprio por ter alimentado tantas esperanças e ter sido tão teimoso no processo. Tinha-se afeiçoado tanto a est