Já no domingo pela manhã.
No banco do carona, eu observava a silhueta das árvores balançando com o vento da manhã através da janela entreaberta, deixando que o ar fresco limpasse os resquícios do isolamento da cobertura. O trânsito da avenida seguia em um fluxo tranquilo, quase indiferente, mas dentro de mim tudo parecia fora do lugar, como peças de um mosaico que alguém tivesse sacudido. Pela primeira vez em muito tempo, eu estava voltando para buscar meus filhos sem carregar o peso invisível