Subi as escadas com os passos leves, fingindo uma submissão que já não existia mais em mim. Como uma boa e perfeita esposa, arrumei as malas de Marcos. Dobrei suas camisas alinhadas, organizei seus ternos e fechei o zíper daquela bagagem sabendo que, na verdade, eu estava empacotando o resto de respeito que ainda restava por ele. Às 18 horas em ponto, Marcos cruzou a porta da frente sem olhar para trás, deixando a mim, ao Noah e à pequena Maria para trás, como se não fôssemos absolutamente nada