Ao chegar a mansão, corro pelas escadas e no quarto tranco a porta não querendo mais ver a cara dele. De frente ao espelho, meu rosto não para de queimar. Minha sorte é que o anel que ele usa está na outra mão ou então iria fazer um corte com cicatriz. Me decepcionado profundamente com uma atitude idiota. Penso que não sobrou mais ninguém que possa me decepcionar, a não ser o Dionísio que infelizmente não tem forças para lutar contra ele. Falando nele, vou ligar para saber como está.
— Lua, fiquei e ainda estou preocupado com você. Ele te machucou mais do que aquele tapa? Covarde — Pergunta rapidamente assim que me atende.
— Oi, foi o suficiente para eu ficar por um bom tempo magoada. Meu rosto não para de queimar. Mas vai passar.
— Eu tive uma ideia para que saia das garras dele e nunca mais apanhe.
— Qual?
— Fugirmos. O que acha se fugirmos para fora do Brasil. Também tenho dinheiro, então você vai ter tudo e ainda mais do já tem.
— Não, ele nos caçaria ate debaixo d’água. E quando