Renata
Acordei com o som distante da cidade lá fora, abafado pelas cortinas grossas da suíte. A luz entrava em tons suaves, desenhando sombras no teto. Por alguns segundos, fiquei parada, lembrando exatamente onde estava… e com quem.
Ele ainda dormia ao meu lado, de bruços, o lençol baixo nas costas, respirando fundo, tranquilo. Não havia urgência, nem aquela sensação de “e agora?”. Só conforto.
Peguei o telefone do hotel com cuidado para não acordá-lo.
— Bom dia, gostaria de pedir o café da ma