O quarto voltou ao silêncio.
Ricardo se sentou ao lado da cama, segurou novamente a mão gelada de Patrícia e encostou a testa nela.
— Patrícia, me diga... Eu estava mesmo tão errado?
Sua voz baixa carregava uma dor profunda e a angústia de quem já não sabia o que pensar.
Não houve resposta.
Só o vento frio junto à janela produzia um som parecido com um lamento.
Três dias se passaram, e o corpo de Patrícia continuava na cama do Palácio Lua Prateada.
Francisco parou diante da porta, apertou os de