Após desligar o telefone, Isabela encarou o céu cinzento, lágrimas escorrendo silenciosamente por seu rosto.
Ela as enxugou rapidamente e tentou conter as emoções.
No entanto, não importava o quanto tentasse, as lágrimas continuavam a fluir.
Neste momento, um trovão ecoou no céu e uma chuva torrencial desabou, castigando impiedosamente seu corpo.
Finalmente, ela não conseguiu mais se segurar e começou a chorar, escondendo o rosto nas mãos.
Por que tinha que ser ela?
Por que, mais uma vez, e