Isabela acordou dois dias depois.
Ela abriu os olhos com dificuldade, olhou ao redor e reconheceu o ambiente familiar à sua frente. O cheiro familiar de desinfetante chegou ao seu nariz, e ela sabia que não estava morta, ainda estava no hospital.
Nesse momento, ela não sabia se era uma questão de destino ou se o universo queria torturá-la.
Essa forma debilitada de existência era apenas um fardo.
A enfermeira a ajudou a se limpar e, ao levantar a cabeça e ver que ela estava acordada, exclamou:
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