CAPÍTULO 119
Rebeca Prass Duarte
Ele ergueu as minhas pernas em algo mais em cima, e ouvi o barulho de algo abrindo e prendendo os meus tornozelos de forma muito firme, eu mal conseguia mexer.
O seu olhar safado me fez encará-lo, estiquei o corpo como dava na cadeira e respirei devagar, sentindo os dedos dele passarem pelo meu pescoço, agora era suave.
— Agora a minha diaba está presa!
— Cuidado...
— Porquê? — foi por trás de mim e agora foram as duas