Nayla
Subimos para o quarto e, antes que eu conseguisse dizer qualquer coisa, Adir me jogou na cama. Fiquei observando enquanto ele tirava a camisa, completamente hipnotizada.
Deus realmente caprichou quando fez esse homem. Aquilo não era só um corpo bonito — era uma tentação ambulante. Toda vez que eu o via sem roupa, parecia a primeira vez.
Depois de tirar a camisa, ele veio na minha direção e arrancou minhas roupas com uma pressa quase indecente. Mal tive tempo de reagir. Ele começou a beijar meu pescoço e meu corpo respondeu imediatamente, ficando mole sob o toque dele. Desceu até meus seios, apertando-os com firmeza, passando a língua de um para o outro, me arrancando um gemido involuntário.
Nayla:
— Ah…
Ele alternou a atenção entre os dois, provocando, explorando, até que finalmente desceu. Começou beijando meus pés, subiu lentamente pelas minhas pernas, pelas minhas coxas, até chegar à minha intimidade.
Não disse uma palavra. Apenas me tocou com urgência, como se tivesse espera