Nayla
Quando o homem de confiança de Adir apareceu à minha porta dizendo que ele me esperava, minha primeira reação foi fechar a porta na cara dele. Não por medo. Por orgulho. Eu já tinha passado humilhação demais naquela semana para aceitar um chamado como se fosse uma serva obediente.
Mas Amir me olhou em silêncio. O tipo de silêncio que carrega culpa. Cansaço. Pedido mudo.
Suspirei fundo.
— Diga a ele que estou indo.
O carro me levou até a residência de Adir, e foi só quando os portões se ab