Nayla
Acordei com o corpo pesado e a mente em turbilhão. A noite havia sido longa, confusa, carregada de tensão demais para que eu conseguisse lembrar cada detalhe com clareza. Passei a mão pela cama instintivamente, ainda meio sonolenta, esperando encontrar alguém ali.
Mas o espaço estava vazio.
Abri os olhos de vez.
Adir Rashid não estava mais no quarto.
Sentei-me devagar, sentindo o frio do ar-condicionado na pele. A luz da manhã entrava pelas cortinas de linho, revelando o quarto impecável,